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quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Informe Educação

Demitidos da Gama Filho e da UniverCidade têm reunião na ABI
Profissionais atingidos pela demissão em massa da Universidade Gama Filho e Universidade têm reunião marcada para unificar esforços em busca de seus direitos trabalhistas. O encontro ocorre na quarta-feira (18/01), às 18 horas, na sede da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), Rua Araújo Porto Alegre, 71, Centro.

A ação, convocada por diversos sindicatos, deve unir professores de diferentes cursos e também funcionários das duas instituições administradas – ainda que não formalmente – pela Galileo Educacional, que demonstrou insensibilidade ao demitir cerca de 400 empregados via telegrama e também com atrasos de salários em final de ano.

Na última terça-feira (9/01), Miro Nunes, membro da direção do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio, participou de reunião com outras entidades sobre o assunto. O Sindicato dos Jornalistas está à disposição dos professores de Comunicação Social para auxiliar na luta pelos direitos trabalhistas, inclusive na Justiça.

Em alguns casos, há docentes que lecionaram por décadas e foram demitidos em dezembro sem receber nada – e ainda com salários atrasados.

Já na UniverCidade, professores estavam até a semana passada sem o depósito de dezembro. A pró-reitoria da instituição pagou parte do salário atrasado. Porém, não há sinal ou previsão do décimo terceiro.
Além das demissões, a péssima qualidade da gerência destas instituições e a busca por lucro ainda maior provocaram aumento de cerca de 30% na mensalidade dos alunos na virada do ano sob a dissimulação do velho pretexto que empresários costumam usar nestas situações: “reestruturação”.


Educação dá vitrine a Mercadante, mas esbarra em plano eleitoral

Prestes a assumir a pasta, ex-senador vai comandar orçamento de R$ 85 bilhões, mas pode ter que adiar projeto de disputar governo


O ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, é só sorrisos nas conversas entre amigos ao falar sobre sua transferência para o Ministério da Educação. A perspectiva de substituir o colega Fernando Haddad em uma das pastas de maior visibilidade do governo, prevista para se concretizar ainda nas próximas semanas, levou o ex-senador a comemorar, nos vários telefonemas que trocou com aliados desde o início do ano, o fato de ter “caído nas graças” da presidenta. 


Prestes a assumir um orçamento de R$ 85 bilhões na nova pasta, Mercadante ganha a chance de construir uma “marca gerencial” – algo que até agora não conseguiu concretizar, na avaliação de alguns colegas de partido. Por outro lado, o cargo não condiz necessariamente com os planos eleitorais traçados pelo ministro até então. O petista alimentou nos últimos meses a ideia de disputar governo paulista pelo PT em 2014 – cargo ao qual se lançou em 2006 e 2010. Internamente, deixou claro, por exemplo, que não tinha a intenção de se colocar na disputa pela prefeitura paulistana neste ano. Preferia priorizar o Palácio dos Bandeirantes dois anos depois.

“Mas a verdade é que amarraram uma bola no pé dele. Dilma nunca vai aceitar que um ministro da Educação deixe uma pasta como essa depois de apenas dois anos”, reconheceu um petista próximo ao ex-senador. “Por aqui (em São Paulo), já estamos trabalhando com a perspectiva de que ele dificilmente conseguirá sair”, completou outro aliado.
Deixar a empreitada para 2018 teria como vantagem o fato de o atual governador Geraldo Alckminnão poder disputar mais um mandato. Há, entretanto, quem considere que a indicação de Mercadante para o Ministério da Educação o afasta do PT de São Paulo justamente no momento em que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva lidera um processo de renovação dos nomes da legenda no maior colégio eleitoral do País.

Foto: AEpliar
Avaliação de aliados é de que Dilma não permitirá saída do ministro da após apenas dois anos na pasta
Independentemente de projetos eleitorais, Mercadante driblou as disputas internas e se antecipou ao processo que resultou na escolha de Haddad como o candidato do partido à prefeitura paulistana. No auge da tensão entre os times do ministro da Educação e da senadora Marta Suplicy (PT-SP), o ministro da Ciência e Tecnologia optou pela discrição e evitou se posicionar abertamente sobre o assunto. Nos bastidores, entretanto, deu carta branca a seus aliados para que trabalhassem em favor da candidatura de Haddad.

A conversa que selou a estratégia ocorreu cerca de dois meses antes de Marta se retirar da corrida, a pedido da presidenta Dilma Rousseff e do ex-presidente Lula. Na época, Mercadante pediu a um grupo de petistas de São Paulo que o encontrassem na Universidade de São Paulo (USP), onde cumpria agenda do ministério. Vários nomes da confiança do ex-senador foram convidados, entre eles os vereadores José Américo Dias, ex-presidente do PT paulistano, e Chico Macena, ambos incorporados ao conselho criado para coordenar a campanha em São Paulo. “Naquele momento, ele deixou muito claro que poderíamos começar a trabalhar pela candidatura do Haddad”, comentou um participante da reunião.
Mercadante ficou fora da disputa pela prefeitura paulistana, mas deu carta branca a aliados para que trabalhassem por Haddad
Desafios
Uma vez empossado no Ministério da Educação, Mercadante terá de dissipar as preocupações quanto a uma mudança nos rumos da pasta, que ficou sob comando de Haddad desde 2005, quando o então ministro Tarso Genro deixou o governo para presidir o PT durante o escândalo do mensalão. Marca da gestão de Haddad, o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) configura um dos principais desafios do novo ministro, em especial no que se refere à proposta de realizar mais de uma edição do exame ao ano
Mercadante ficou fora da disputa pela prefeitura paulistana, mas deu carta branca a aliados para que trabalhassem por Haddad
Desafios
Uma vez empossado no Ministério da Educação, Mercadante terá de dissipar as preocupações quanto a uma mudança nos rumos da pasta, que ficou sob comando de Haddad desde 2005, quando o então ministro Tarso Genro deixou o governo para presidir o PT durante o escândalo do mensalão. Marca da gestão de Haddad, o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) configura um dos principais desafios do novo ministro, em especial no que se refere à proposta de realizar mais de uma edição do exame ao ano.

A ideia é vista como saída para minimizar a pressão e a quantidade de candidatos inscritos de uma só vez na seleção. Mercadante chegou a defender publicamente a realização de mais duas edições por ano, objetivo que o MEC previu para este ano e marcou para abril. A troca de ministros, porém, pode atrapalhar os planos. Se Mercadante mantiver a presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Malvina Tuttman, no cargo, há mais chances de que o exame seja aplicado em abril. Caso contrário, dificilmente haverá tempo hábil para um novo funcionário entender o processo e programá-lo para esta data.
Embora diga respeito à realidade regional e não esteja sob guarda-chuva do MEC, o debate sobre a progressão continuada também já alimentou polêmicas sobre as posições de Mercadante para a área de Educação. O ministro já criticou duramente a progressão continuada, que toma por base a ideia de que a repetência mais prejudica do que auxilia no aprendizado. Apelidou o modelo de “aprovação automática” e prometeu, tanto em 2006 quanto em 2010, que acabaria com o sistema e retomaria a avaliação em todas as séries do ensino público paulista. Ao se defender de críticas dos que apoiam o modelo, no entanto, Mercadante repetia que o maior problema não era o conceito em si, mas sim sua condução durante a gestão do PSDB em São Paulo.
Novo comando na Educação:
O que Mercadante já disse:
Progressão continuada:
"Tem que acabar a aprovação automática. Em vez de educar com rigor, governantes afrouxaram os controles para que ninguém repetisse"
Enem
" Sugiro a partilha do Enem, fazer não só dois exames,mas fragmentar ainda mais para eliminar o gigantismo e o ambiente de insegurança que criamos"
Tecnologia nas escolas
" Darei um laptop por professor, porque é impensável a educação no século XXI, se a pessoa não consegue entrar na internet, para fazer uma pesquisa"
Valorização dos professores
" Não haverá educação de qualidade que não passe pelos professores. Tem que ter apoio em sala de aula, concursos, carreira, perspectiva de progressão".
O que Mercadante propôs:
Fragmentação do Enem
Fim da progressão continuada
Sistema de reforço nas escolas
Formação continuada dos professores
Concurso público para professores
Plano de carreira da categoria
Um lap top para cada professor
Acesso a internet rápida nas escolas
Expansão do ensino integral
Expectativa é de que novo ministro assuma o posto ainda nas próximas semanas.
Bandeiras 
Outras pendências das quais Mercadante terá de cuidar são a implantação da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), que passará a gerenciar os hospitais universitários; a proposta de transformar o Centro de Seleção e de Promoção de Eventos (Cespe) da Universidade de Brasília (UnB) - responsável pelo Enem - em empresa pública; e a aplicação da prova nacional de concurso para ingresso na carreira docente.

Investir nos professores também pode se transformar em uma boa bandeira política para o novo ministro no futuro. Em eleições passadas, Mercadante já incluiu em suas propostas a qualificação e formação continuada da categoria. Também já defendeu que o governo dê um computador para cada professor e implemente um plano de carreira no setor.
Nesse quesito, as promessas do petista se alinham a alguns projetos já levantados por Haddad no ministério. O concurso nacional para professores – que seria adotado por municípios e Estados que quisessem – é uma das apostas da atual gestão para incentivar a formação dos educadores. Dentro do MEC, outra proposta defendida – mas ainda não estudada a fundo – é criar uma carreira federal para os professores. Com salários próximos aos pagos nos institutos federais (entre R$ 4 mil e R$ 6 mil) e um plano de carreira semelhante em todo o País, o que exigiria jogo de cintura para lidar com prefeitos e governadores. 
  

Número de inscritos no Prouni chega a 783 mil nesta terça

Maioria dos candidatos se inscreveu em dois cursos, portanto soma de inscrições chega a 1,5 milhão

O número de inscrições para o Programa Universidade para Todos (ProUni) do Ministério da Educação chegou a 1.498.087, até as 18h desta terça-feira, 17. O número de candidatos inscritos chegou a 783.630, até esse horário. Cada estudante, que pode fazer até duas opções de curso, tem prazo até as 23h59 de quinta-feira, 19, para se inscrever.
A oferta do programa para este primeiro semestre é de 195.030 bolsas — 98.728 integrais e 96.302 parciais, de 50% da mensalidade — em 1.321 instituições de ensino superior particulares, entre universidades, centros universitários e faculdades.
As unidades da Federação com maior número de inscrições, até as 18h desta terça, foram São Paulo, com 294.253; Minas Gerais, 176.775; Bahia, 103.910; Rio de Janeiro, 101.565, e Rio Grande do Sul, 100.594.
Para concorrer às bolsas, os candidatos precisam ter feito o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2011, com um mínimo de 400 pontos na média das cinco notas e pelo menos nota mínima na redação. Podem se candidatar às bolsas integrais estudantes com renda familiar, por pessoa, de até um salário mínimo e meio (R$ 933). As bolsas parciais são destinadas a candidatos com renda familiar de até três salários mínimos (R$ 1.866) por pessoa. Os candidatos devem comprovar ainda ter cursado todo o ensino médio em escola pública ou, em caso de escola particular, na condição de bolsista integral.
Professores da rede pública de ensino básico que concorrem a bolsas em cursos de licenciatura, curso normal superior ou de pedagogia não precisam cumprir o critério de renda, desde que estejam em efetivo exercício e integrem o quadro permanente da escola na qual atuam.
Fonte: iG São Paulo | 17/01/2012 21:00

EDUCAÇÃO

ALUNOS TERÃO NOVA OPORTUNIDADE PARA ESTUDAR EM UMA DAS ESCOLAS DA REDE

 17/01/2012 - 17:38h - Atualizado em 18/01/2012 - 09:28h 
Nova fase da pré-matrícula começa no dia 18 para os estudantes que ainda não foram alocados

Os alunos que ainda não foram alocados, os que não se inscreveram na primeira fase da pré-matrícula ou os que não confirmaram sua matrícula na escola, terão uma nova oportunidade para estudar em uma das escolas da rede estadual de ensino a partir da próxima quarta-feira (18/01), quando começa a segunda fase da pré-matrícula.

Os alunos que ainda não foram alocados terão entre os dias 18 e 19 deste mês exclusivamente para fazer o recadastramento, enquanto os que não se inscreveram na primeira fase ou os que não confirmaram sua matrícula na escola terão uma nova oportunidade entre os dias 20 e 27, sendo essas datas também para os que não foram alocados. Tanto o recadastramento quanto as inscrições devem ser feitas pelo site www.matriculafacil.rj.gov.br.

Na primeira fase da pré-matrícula para as escolas da rede, o número total de inscritos foi de 179.266, 8.978 a mais do que no ano passado.

A pré-matrícula pode ser feita para o 6º ano do Ensino Fundamental regular e Fase VI do Ensino Fundamental da Educação de Jovens e Adultos; 1ª série do Ensino Médio regular; Fase I do Ensino Médio da Educação de Jovens e Adultos; e 1ª série do Ensino Médio Normal (Formação de Professores em horário integral).

Podem participar candidatos oriundos da rede pública (federal, estadual e municipal) e privada, bem como os que desejavam retornar à vida escolar. Só podem ser matriculados no Ensino Fundamental para Jovens e Adultos os alunos com idade mínima de 15 (quinze) anos completos ou a completar até 31/01/2012, e no Ensino Médio para Jovens e Adultos os alunos com idade mínima de 18 (dezoito) anos completos ou a completar até 31/01/2012.

Mais informações podem ser obtidas no site da Matrícula Fácil ou pelo telefone 2333-4180.


Bom dia!






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